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Na minha terra costuma dizer-se: Quando a merda chega à ventoinha, ficam todos cagádos!

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09
Abr15

O PODER DAS ELITES

escadas

Alguém sabe o número de cidadão nacionais, os quais podem ser apelidados de “elite”?

A jornalista Maria João Avillez pelos vistos sabe e escreveu um artigo no jornal on-line Observador.

Vivemos um tempo, em que uma vez mais, parece que são essas ditas elites que decidem. São elas que têm voz, opinião. Há um suposto candidato presidencial? Vamos lá perguntar a meia dúzia de personalidades de determinado partido, o que pensam sobre isso. Auscultadas algumas dessas “elites” dogmáticas e perante tão díspares opiniões, conclui-se então que esse Partido se encontra dividido. Ana Sá Lopes do jornal I, escrevia no passado dia 5 que a eventual candidatura de António Sampaio da Nóvoa, estava a deixar o PS à beira de um ataque de nervos; depreendo por estas palavras que Ana Sá Lopes inquiriu uma boa parte dos cerca de 100 mil militantes do PS! No dia 6 e na mesma linha da dedução anterior, o Diário Económico titulava “Candidatura de Sampaio da Nóvoa divide Partido Socialista” e apoiava esta afirmação nas declarações do antigo (muito antigo) Secretário-geral da JS Sérgio Sousa Pinto.

Multiplicam-se assim as opiniões dos “belos iluminados” que pelos vistos têm uma opinião decisiva e fundamental sobre esta questão presidencial. Do ponto de vista editorial, o facto de uma candidatura presidencial ser um acto único e solitário, (quiçá o mais solitário de todos, pois não depende de Partidos ou vontades de lóbis políticos e grupos de pressão) não tem importância rigorosamente nenhuma. O que interessa é saber a opinião daqueles que bafejados pela “sorte”, ou por uma estrelinha no Céu, conseguiram alcançar um patamar invejável pelos restantes mortais.

Mas afinal, o que é uma elite?

Longe vão os tempos, em que Luciano Saber dirigiu o filme que narrava as aventuras de meia dúzia de bravos guerreiros que se aventuravam por terras inimigas (inimigos dos EUA entenda-se) com o intuito de resgatar companheiro de luta feitos prisioneiros. Não me parece no entanto, que estas elites a que se refere Maria João Avillez sejam do mesmo calibre… provavelmente, a jornalista deverá estar a pensar naquele grupo de pessoas que vivem nos corredores do mediatismo e que se movimentam como sanguessugas em busca de sangue novo e impoluto. Pessoas que se consideram superiores aos demais e que como tal, entendem que têm direitos que os demais concidadão não almejam. Estas “pessoas” vivem daquilo a que vulgarmente se considerou chamar de cunhas, sim cunhas, para tudo e mais alguma coisa. Quer seja para comprar o carro mais barato, quer para conseguir uma consulta rápida no Centro de Saúde para a sua “empregada doméstica” (é assim a designação) ou os bilhetinhos para o Rock In Rio. Aqui chegados, reúnem-se todos (ou todas) numa tenda…VIP, não se misturando com os demais.

Vivem em circuito fechado, olham para o umbigo uns dos outros e sobrevivem assim, alimentados por uma comunicação social que rivaliza em tempo e espaço com o famoso “Second Life” (O maior mundo virtual 3D criado totalmente pelos seus usuários).

Deixem que lhes diga uma coisa;

ESTA “ELITE” NÃO VOTA POR NÓS

ESTA “ELITE” NÃO PENSA POR NÓS

ESTA ELITE NÃO DECIDE POR NÓS!

 

 

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