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Escadas Rolantes

Na minha terra costuma dizer-se: Quando a merda chega à ventoinha, ficam todos cagádos!

Escadas Rolantes

Na minha terra costuma dizer-se: Quando a merda chega à ventoinha, ficam todos cagádos!

23
Dez18

Um Santo e Feliz Menino Jesus

escadas

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Reza a tradição que por estes dias se desejem “boas festas”.

Entende-se por este “cumprimento” que se vão celebrar várias “festas” e no entanto é sabido que a data que se assinala é apenas uma e refere-se ao nascimento de Jesus.

Curiosamente este é um acontecimento que é celebrado até por quem não acredita no Divino e para quem estas coisas que transcendem a nossa existência não passam de uma boa manobra de marketing para iludir e manipular os mais fracos.

Já estive nos dois lados e hoje em dia tenho razões de sobra para acreditar e celebrar a Festa.

Esta é a minha festa. A festa da família.

E nesta família incluo aqueles que o são de sangue, mas também os outros, aqueles que ao longo da vida passaram a fazer parte integrante das minhas reflexões, todos aqueles que partilham o meu dia-a-dia, aqueles que sofrem comigo nas situações mais difíceis mas que também sabem regozijar-se com as minhas vitórias e assim transformá-las em vitorias de todos.

Sendo o Natal uma festa que celebra o nascimento, é também nestas alturas que celebro a partida daqueles que já não estão cá e que já partiram para uma outra existência e…têm sido tantos caraças!

Esta é a minha festa!

E como eu não perco uma boa festa, tento repeti-la o mais possível ao longo do ano.

O sentimento de partilha que se vive por estes dias, só faz sentido se o fizermos repetidamente, sem olhar a datas ou a apelos consumistas.

Bem sei que o nosso mundo está estranho (e perigoso) e que à nossa volta se vê cada vez mais gente que só vive a olhar para o seu umbigo, mas acreditem, a vida só tem graça quando é partilhada por todos!
E lembrem-se, CADA UM DE NÓS TAMBÉM É OS OUTROS!

Dito isto, desejo-vos a todos sem exceção, um Santo e feliz Natal e que este espirito de partilha e comunhão perdure no resto do ano.

14
Dez18

enfermeiros e enfermagem (com letra pequena)

escadas

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Antes que me chamem nomes (e vão chamar), devo esclarecer que sou parte interessada neste diferendo que opõe os enfermeiros ao governo.
Tenho pelos enfermeiros uma admiração profunda. Sou filho de uma enfermeira e estou casado com uma, conheço pessoalmente muitos dos dirigentes sindicais desta classe profissional e como se não chegasse, trabalhei na Ordem que em principio os deveria unir.
Dito isto e como me tenho mantido neutral nesta greve que já dura há 3 semanas, entendi que enquanto cidadão e utilizador do SNS, deveria tornar pública a minha opinião.

Estarei sempre na linha da frente nas batalhas que impliquem a defesa das liberdades democráticas e dos direitos constitucionais que as vinculam, mas há formas de “luta” inadmissíveis e entre elas estão as que “sacrificam” única e exclusivamente aqueles que supostamente deveriam ser a prioridade desses mesmo profissionais. Os enfermeiros poderão ter toda a razão nos seus protestos, a forma como os concretizam é no entanto INTOLERAVEL num estado de direito!
Os enfermeiros estiveram sempre na linha da frente no que toca ao apoio dos mais necessitados (todos nós ao fim e ao cabo). Em situações de desespero e de maior fragilidade, é com os enfermeiros que podemos contar. No frio solitário de uma enfermaria, no meio de uma noite de angústia, podemos sempre contar com uma mão amiga que ali está para nos ajudar.
Os enfermeiros foram sempre o nosso garante…pelo menos era isto que eu achava.
No dia em que esta ligação se quebrar, termina a relação de confiança e a razão de ser desta classe profissional, passa a ser a mesma que a do senhor do talho ou do dono da pastelaria; estão ali apenas para fazer dinheiro e os pães têm que se vender, quer eles estejam duros ou não.
O caminho que os enfermeiros estão a percorrer é perigoso e poderá colocar em causa muitos e muitos anos de uma luta pelo reconhecimento de uma classe profissional que muito injustamente foi ostracizada durante muitos anos.
Eu sei que todas as classes profissionais têm direito a ter um Jaime Marta Soares, mas os enfermeiros deveriam ser uma excepção, SEMPRE FORAM!

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